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Vii congreso iaspm-al, La Habana. Adalberto Paranhos (Brasil)


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Bibliografia


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Azevedo, Luiz Heitor de. 1956. 150 Anos de Música no Brasil. José Olimpio, Rio de Janeiro, 423 p.

Costa, Francisco Augusto Pereira da. 1908. Folk-lore Pernambucano, Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro [s. n.], Rio de Janeiro.

Duprat, Régis. Encarte do LP Música Popular do Século XIX no Vale do Paraíba. (Data e gravadora não identificas).

Efegê, J. 1974. Maxixe, A Dança Excomungada, Conquista, Rio de Janeiro.

Hall, Stuart. A Identidade cultural na pós-modernidade. Rio de janeiro DP&A, 2002.

Lamas, Dulce Martins. 1997. Catálogo do Acervo de Discos da Segunda Década do Século XX do Centro de Pesquisas Folclóricas da Escola de Música da UFRJ, Escola de Música da UFRJ, Rio de Janeiro.

Lira, Marisa. 1941. A Característica Brasileira nas Interpretações de Calado. Revista Brasileira de Música, vol VII, Escola de música da UFRJ, Rio de Janeiro.

Netll, Bruno. O estudo comparativo da mudança musical: Estudos de caso de quatro culturas. Comunicação apresentada no I encontro da ABET em Recife, 2002.

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Tinhorão, José Ramos. 1974. Pequena História da Música Popular. Vozes, Petrópolis.

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Vasconcelos, Ary. 1984. Carinhoso etc.- História e Inventário do Choro. s/ed, Rio de Janeiro.


Rafael Velloso - UFRJ - Saxofonista e pesquisador - Rua Araucária, 49, Jardim Botânico, Rio de Janeiro, Brasil CEP: 22461-160 e-mail: rafavelloso@hotmail.com site: www.rafaelvelloso.com.br

Formação

Bacharelado em saxofone pela universidade Estácio de Sá 1995-1999.

Mestrado em etnografia das práticas musicais na UFRJ, com a tese O saxofone no choro- A introdução do saxofone e as mudanças na prática do choro.

Publicações, congressos e recitais

Participou do 4 colóquio de pesquisa do programa de pós-graduação da UFRJ no dia 11 de dezembro de 2003, apresentando o trabalho Os improvisadores de saxofone na formação da linguagem do choro.

Participou do curso Pré-Congresso oferecido pela IASPM-LA, Introdução à Semiologia Musical Aplicada ao Cinema, com o Dr. Philip Tagg (Montreal University) em junho de 2004 na PUC.

Participou do V congresso da IASPM-LA – em junho de 2004, no Rio de Janeiro, apresentando a comunicação Pixinguinha e os Oito Batutas.

Apresentou-se no recital da semana de aniversário de 156 anos da escola de música da UFRJ, em agosto de 2004, com o projeto Sax Chorando .

Participou como cordenador e músico da série Concertos Didáticos no em outubro de 2004 no Salão Dourado do Fórum da UFRJ na Urca, com o projeto Sax Chorando.

Participou do V colóquio de pesquisa do programa de Pós-graduação da Escola de Música da UFRJ, com o trabalho Alguns aspectos organologicos entre o saxofone e o oficleide, em dezembro de 2004.

Participou do 13o Congresso Internacional da IASPM, com o trabalho “The south american Jazz band” realizado em julho de 2005 em Roma, na Italia.



Regina Meirelles (Brasil)- «A questão proxêmica no samba»

A proxemia se desenvolveu a partir de observações antropológicas ao se estudar o código de uma determinada linguagem em uma sociedade primitiva, reduzindo-o a um código mais geral que vai reger todas as estruturas lingüísticas de várias línguas. Não se restringindo somente ao campo lingüístico, colocam em relação, no âmbito daquela sociedade, as formas de linguagem, as relações de parentesco, a disposição espacial, as formas de suas habitações etc, reduzindo todos esses fatos de comunicação cultural a um diagrama que os unifica. Em outras palavras, procura-se verificar como se articulam as relações lingüísticas, urbanas, parentais, artísticas, da comunidade. Entre nós a idéia de espaço fundamenta uma das bases do projeto cultural, constituindo importante fator de identidade. Demarcando um espaço, um grupo social está estabelecendo sua diferença em relação aos outros. A partir de construções de redes de sociabilidade, grupos marginalizados, como os sambistas das primeiras décadas do sec. XX, criam novos canais de comunicação sócio-políticas.

A « comunidade do samba », que, no Rio de Janeiro, congrega indivíduos, desde a casa das tias baianas – mulheres negras que incorporaram parte de um poder informal, construindo poderosas redes de sociabilidade - fundamenta a ética comunitária, na medida que compartilham o mesmo território (real ou simbólico) e os mesmos rituais. Solidariedade essa, ditada não só por graus de parentesco, mas pelos laços de nação e religião, principalmente aquela de origem africana, como o candomblé. A partir dessa idéia delineia-se o papel de sambistas como José Barbosa da Silva- o Sinhô – como articulador dessas redes populares com outras camadas sociais da cidade do Rio de Janeiro, nas primeiras décadas do século passado. A trama social e o samba, o profano e o sagrado, compartilham desse processo dinâmico de produção de sentido e enraizamento do samba na sociedade brasileira.

Bibliografia

ALENCAR, Edigar. Nosso Senhor do Samba, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1968

ECO, Umberto. A Estrutura Ausente. São Paulo, Ed. Perspectiva. 1991.

MAFFESOLI, Michel. No Tempo das Tribos. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 2000.

SANDRONI, Carlos. O Feitiço Decente. Rio de Janeiro, Editora UFRJ, 2001.

SEVERIANO, Jairo. Getúlio Vargas e a Música Popular. Rio de Janeiro, FGV, 1983.

VIANNA, Hermano. O Mistério do Samba. Rio de Janeiro. Jorge Zaar Editor & Editora UFRJ, 1995.

Regina Meirelles. Graduação em Piano pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Inglês pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro.Exerceu funções de professora, coordenadora e chefe do departamento de Educação Musical no Colégio Pedro II. Mestrado em Educação pela Faculdade de Educação da UFRJ. Doutora em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professora dos Cursos de Pós-Graduação e Graduação da Escola de Música da UFRJ leciona disciplinas de Etnomusicologia, Folclore Nacional, Música Popular Brasileira e Medodologia do Ensino da Música. Membro da Academia Nacional de Música.

Artigos e Ponências

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