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Vii congreso iaspm-al, La Habana. Adalberto Paranhos (Brasil)


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_________________ Música e Disco no Brasil: trajetória da indústria nas décadas de 80 e 90, tese de doutorado não publicada, São Paulo, ECA/USP, 2002

YÚDICE, G. La Industria de la Musica en el Marco de la Integración América Latina – Estados Unidos: Conferência apresentada no seminário “Integración Económica e Industrias Culturales en América Latina y el Caribe”, Buenos Aires, jul/98. Texto fornecido pelo autor
Eduardo Vicente. Graduado em Música Popular e Mestre em Sociologia pela Unicamp. Doutor em Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Professor e Coordenador de Projeto Experimental no Curso de RTV da Universidade Anhembi Morumbi. Professor Efetivo da área de Rádio do Curso de Audiovisual da ECA/USP. Líder de Grupo de Pesquisa do CNPq na área temática “Indústria Fonográfica”. Articulista do site do Núcleo de Estudos do Áudio (Gaudio), da ECA/USP, na área de Indústria Fonográfica. Membro do Conselho Gestor do Núcleo de Comunicação e Educação (NCE) da ECA/USP.

Artigos Publicados: Música Independente no Brasil dos Anos 90. In: Cultura Vozes, Petrópolis - RJ, 2001.A

Indústria Fonográfica nos Anos 90: elementos para uma reflexão. In: Arte e Cultura na América Latina, São Paulo, FAPESP, 1999.

As Tecnologias Digitais de Produção Musical. In: Cadernos de Pós-Graduação, Unicamp/IA, Campinas, SP, 1998.

Música Popular e Produção Intelectual: uma visão dos artigos sobre música e radiodifusão produzidos pelos intelectuais do Estado Novo. In: Cadernos de Sociologia (IFCH/UNICAMP), Campinas, 1996.
Eduardo Visconti (Brasil)- «A brasilidade no estilo do músico José Menezes»

Este artigo pretende levantar algumas questões presentes em minha pesquisa de doutorado que está em andamento. A partir da atuação do músico José Menezes na década de 40 na cidade do Rio de Janeiro, mais especificamente na Rádio Nacional, buscarei fazer uma reflexão de como o estilo do instrumentista é formado a partir de escolhas de elementos musicais compatíveis com sua concepção de brasilidade.

Um dos objetivos é entender como a música brasileira popular instrumental traduz noções específicas da ideologia nacionalista, onde o músico popular atua como mediador na cultura popular de massa, redefinindo e imprimindo novos sentidos às construções de identidade e brasilidade formuladas pela cultura erudita.

Através da transcrição e análise musical, verificarei como o instrumentista, seleciona elementos musicais de gêneros específicos que culminam com a formação do seu estilo.

O artigo será dividido em duas partes, a primeira, consiste numa reflexão de como esteve presente à ideologia nacionalista na cultura nos anos 40, onde existia uma atuação marcante do estado nesse campo. A segunda, consiste em elaborar a transcrição e análise musical de sua guitarra em uma música, com a finalidade de investigar até que ponto suas escolhas estéticas foram estimuladas por esse contexto.
Bibliografia

BERLINER, Paul. Thinking in Jazz: The Infinite Art of Improvisation, Chicago: Chicago Press, 1994.

CÂNDIDO, Antônio. “ A revolução de 1930 e a cultura”, Novos estudos, São Paulo : CEBRAP,n.4, 1984.

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VIANNA, Hermano. O Mistério do Samba. Rio de Janeiro : J Zahar : UFRJ, 1995.
Eduardo Visconti. Doutorado em Música por la Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil. Mestrado em Música. Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil. Graduação em Música Popular. Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil. Linhas de Pesquisa: Música Instrumental Brasileira, Guitarra e Violão na Música Brasileira

Textos em jornais de notícias/revistas: VISCONTI, E. L. ; ALVES FILHO, M. . O Caldeirão Rítmico da Guitarra Brasileira (entrevista). Jornal da Unicamp, 02 maio 2005; VISCONTI, E. L. . I Encontro de Choro na Unicamp (entrevista). Jornal da Unicamp, 19 abr. 2004. VISCONTI, E. L.. Duo Cordas Vivas revisita ritmos originais (entrevista). Semana da Unicamp, 25 jun. 2001.

Trabalhos em eventos: VISCONTI, E. L. A Guitarra Brasileira de Heraldo do Monte. In: V Congresso Latinoamericano de Estudo da Música Popular (IASPM), 2004, Rio de Janeiro. V Congresso Latinoamericano de Estudo da Música Popular., 2004. VISCONTI, E. L. . A Concepção de Heraldo do Monte na Improvisação em Samba.. In: X Congresso Interno de Iniciação Científica da UNICAMP, 2001, Campinas. X Congresso Interno de Iniciação Científica da UNICAMP, 2001. Demais tipos de produção bibliográfica: VISCONTI, E. L. . A Concepção de Heraldo do Monte na Improvisação em Samba. 2001 (Iniciação Científica). Demais tipos de produção técnica. VISCONTI, E. L. Caipira: cultura, identidade e mercado. 2003. (Organização de evento/Outro). VISCONTI, E. L.A Improvisação Aplicada a Guitarra. 2002. (Curso de curta duração ministrado/Outra.
Edwin Pitre (Brasil)- «Estados unidos pela música: Brasil e Cuba»

O presente ensaio pretende refletir sobre o que muitos músicos, pesquisadores e público em geral consideram que possui em comum a música brasileira e cubana.

Para análise de caso nos utilizamos de um samba-canção brasileiro “Folhas secas” (Nelson Cavaquinho / Guilherme de Brito) e um son-canción cubano “Canción” ou “De que callada manera” (Pablo Milanês / Nicolás Guillén). Fizemos um levantamento histórico das nas décadas de ´70 e ´80 nos diferentes grupos étnicos africanos e ibéricos que conformaram cada umas das identidades e como resultado obtivemos que existem semelhanças e diferencias. Identificamos padrões rítmicos (time-line) em cada caso e suas aproximações.

UNITERMOS: Música (crítica), música brasileira, música cubana, etnomusicologia, identidade cultural, afrobrasileiro e afrocubano.



Bibliografia

ALÉN RODRÍGUEZ, Olavo. De lo Afro Cubano a la Salsa. La Habana: Ediciones Artex, 1994.

ANDRADE, Mário de. Aspectos da Música Brasileira. São Paulo: Martins, 1965.

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Enciclopédia da música brasileira: popular, erudita e folclórica. São Paulo: Art Editora Publifolha, 1998.

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Edwin Pitre. Doutorando no Departamento de Comunicação e Cultura (CCA-ECA) da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, desde 2004. MESTRADO Stricto Sensu em -Produção Artística e Crítica Cultural na América Latina-, no Programa de Pós-graduação em Integração da América Latina, da Universidade de São Paulo (PROLAM-USP). Dissertação com o titulo de "A Música na Formação da Identidade na América Latina: O Universo Afro-Brasileiro e Afro-Cubano".

Orientadora: Ano 2000. Especialização em “Música Africana”, Curso de Pós-graduação FFLCH-USP, Coordenador: PhD. Kazadi wa Mukuna, 1997. Especialização em "Folclore Brasileiro", Curso de Pós - graduação, Lato Sensu, Escola de Música da UFRJ, Coordenadora: Profa. Dra. Dulce Lamas Martins. 1985. Especialização em Etnomusicologia “Dimensões do Conhecimento Etnológico e Introdução a Etno-musicologia”, Curso de Pós-graduação, Lato Sensu em Antropologia Social. Museu Nacional, UFRJ, PhD. Anthony Seeger, 1979. Professor da Oficina de Música da Escola Municipal Amorim Lima, São Paulo, desde 2005. Conferencista com o tema “Identidade cultural e música no Panamá”, na Mostra de Arte e Cultura Panamenha, Fundação Memorial da América Latina, São Paulo, Brasil, 2005.


Egberto Bermúdez (Colombia)- «Del humor y el amor: la música de 'parranda' y la música de 'despecho' en Colombia»

Dos de los géneros más importantes de la música popular colombiana actual son los llamados 'música de parranda' y 'música de despecho'. Su gran auge tuvo lugar entre los años 70 y 80 cuando realmente compitieron con el vallenato y la música bailable por la popularidad en la radio y en la industria discográfica. Ahora, a pesar de que son conocidas a lo largo y ancho del país, permanecen como un importante marcador identitario en sus zonas de origen, es decir la antigua zona de colonización que se consolidó con la agricultura intensiva de exportación basada en el café entre 1930 y 1950. Sin embargo, en los últimos años a través de reediciones y presencia en las fusiones, han vuelto a formar parte del panorama actual de la música popular colombiana. El amor no correspondido es el tema fundamental de la llamada 'música de despecho', con importantes raíces en el tango, la ranchera y el bolero anteriores a 1950, que constituían los estilos musicales mas oídas cuando se consolido la cultura de la también llamada zona cafetera. Por su parte, la música de parranda tiene como atractivo el humor y la alusiones sexuales, en especial a través de los textos de doble sentido y sus raíces musicales se encuentran en la llamada por antonomasia 'música nacional colombiana' expresada en el repertorio de pasillos y bambucos cantados de la  época mencionada. Esta última, comienza a tener nueva figuración hace algunos años a través de la comercialización de productos musicales de estética kitsch con raíces en ella. Esta comunicación tiene por objeto hacer una caracterización musicológica de ambos estilos.


Egberto Bermúdez. Realizó estudios de musicología e interpretación de música antigua en el Guildhall School of Music y el King's College de la Universidad de Londres. En la actualidad es Profesor Titular y Maestro Universitario del Instituto de Investigaciones Estéticas de la Universidad Nacional de Colombia. Ha publicado numerosos trabajos sobre la historia de la música en Colombia, la música tradicional y popular y los instrumentos musicales colombianos. Fundador y director del grupo CANTO especializado en el repertorio español y latinoamericano del periodo colonial. En 1992 junto con Juan Luis Restrepo establecieron la FUNDACION DE MUSICA, entidad cuyo objetivo es dar a conocer tanto al público en general como el especializado, los resultados de la investigación sobre nuestro pasado musical. Presidente de la HISTORICAL HARP SOCIETY desde 1998 hasta el 2001.
Elisabete Alfeld Rodrigues y Carmen Lúcia José (Brasil)- «A Canção Popular na cena cinematográfica»

O cinema nasce mudo, mas já acompanhado da música para aclimatar e ritmizar o que é sugerido na representação da cena. Neste primeiro momento, a música é instrumental e não diegética porque a música não pertence ao espaço-tempo do enredo; apresenta-se como som off porque é produzida por uma fonte situada num espaço-tempo não apresentado na tela, parecendo, então, fora do enredo. Ao ganhar a banda sonora, a música torna-se trilha, isto é, vem recortada em fragmentos que passam a apresentar diversas durações conforme o tempo dos recortes da cena. Neste segundo momento, apesar da trilha ainda continuar sendo usada como som não diegético, como era feito anteriormente, a trilha conquista o seu lugar no interior da cena cinematográfica, passando a pertencer ao espaço-tempo do enredo, tornando-se, portanto, diegética. A partir daí, o filme cinematográfico visibiliza-se como texto cultural resultante da interface entre imagem visual e imagem sonora. No cinema, a cena é constituída dos seguintes elementos: os personagens, a ação e o cenário; o áudio é constituído da palavra falada, da música/trilha sonora e dos efeitos sonoros. A música/trilha e os efeitos sonoros se articulam no interior da cena como som diegético e som não diegético, enquanto pertencente à sintaxe da cena, fabricando uma textura binária assentada nos pontos culturais polares, opositivos e assimétricos. A proposta deste estudo prioriza a função da música/trilha como um dos componentes responsáveis pela criação da dramaticidade da cena. Interessa-nos, portanto, a análise da música/trilha situada na interface entre a imagem visual que constrói a cena e a imagem sonora que dela faz parte. Pretende-se com este estudo apresentar uma amostragem de uma tipologia de funções da música/trilha retirada do cancioneiro popular e presente na filmografia de cineastas brasileiros. Nesse procedimento, música/trilha são devidamente recortados para se associar à semantização da cena, revelando-se como sentidos múltiplos para realizar as intenções narrativas da cena.



Bibliografia

AUMONT, Jaccques. Estética del cine. Buenos Aires, Paidós, 2006.

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TRAGTENBERG, Lívio. Música de cena: dramaturgia sonora. São Paulo, Perspectiva, 1999.

WISNIK, Jose Miguel. O som e o sentido: uma outra história das músicas. São Paulo, Companhia das Letras, 1989.


Carmen Lucia José. Professora na área do Radialismo (USJT), e de Teoria da Mídia e Linguagens Imagéticas (PUC-SP), respectivamente, no curso de Comunicação Social e Comunicação em Multimeios. Pesquisadora filiada ao Núcleo de Pesquisa em Comunicação, pela Universidade São Judas Tadeu, na linha da produção e crítica em áudio, com projeto de pesquisa intitulado “Estruturas Básicas do Texto Radiofônico”; Publicações: História Oral e Documentário Radiofônico, pela Revista Conexão, n.3, 2003, e Poéticas do Ouvir, Revista Verso & Reverso, 2002; Do Brega ao Emergente, SP: Mraco Zero, 2002; Reflexões sobre o Ensino, Pesquisa e Extensão no Radialismo, Revista Integração, SP, 2006; ùltimos trabalhos apresentados em Congressos: Vozes e Intérpretes da Radiofonia, Seminário Musi-Mídia, SP: Santos, 2005; Reflexões sobre Ensino, Pesquisa e Extensão no Radialismo, Intercom, 2005; Fronteiras na arte de contar, Congresso Internacional de Semiótica da Cultura, São Paulo, 2005.
Elisabete Alfeld Rodrigues. Professora Associada do Departamento de Arte da Faculdade de Comunicação e Filosofia da PUCSP. Vice-Diretora da Faculdade de Comunicação e Filosofia da PUCSP. Professora da Disciplina Narratividade e Roteirização: Processos Analógicos do Curso de Comunicação Social: Habilitação em Multimeios da Faculdade de Comunicação e Filosofia. Atualmente desenvolve pesquisa sobre o cinema de curta-metragem. Últimos trabalhos apresentados em Congressos: XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – INTERCOM (2005) “Adaptação: filme e desdobramentos”. VI Congreso de la Rama Latinoamericana de la Asociación Internacional para el estúdio de la musica popular IASPM-AL (2005) “Quando a música é o argumento”. I Congresso Internacional: Mídias – Multiplicação e Convergências (2004) “Narrar e roteirizar: as especificidades de cada um dos procedimentos de criação textual. VI Congreso de La Red de Carreras de Comunicación y Periodismo de la Argentina (RedCom) (2004) “A narrativa do cotidiano e seus narradores”. XXVII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação-INTERCOM (2004) “O mundo editado: considerações sobre a organização das mensagens midiáticas”. I Congresso Internacional da Associação Brasileira de Estudos Semióticos (2003) “Roteiro: a encenação virtual”. II Congresso Internacional Todas as Letras: Linguagens (2003) “Adaptação: o que vai para a grande tela”.
Emmanuelle Rimbot (Francia)- «Autorepresentación y manifiestos en la Nueva Canción y Canto Nuevo chilenos: un aporte al estudio de la cristalización générica»

Dentro de los procesos de cristalización genérica en las músicas populares de América Latina, cabe señalar una estrategia discursiva peculiar, y al parecer poco estudiada, que vendría a ser la autodenominación y autorrepresentación del cantor popular en la propia producción poético-musical. En los llamados movimientos de nueva canción, existe una plena conciencia del quehacer y de la responsabilidad del cantor, que se manifiesta a través del discurso en canciones programáticas, a las que llamaremos manifiestos, siguiendo la orientación que el propio Victor Jara señaló en una de sus canciones claves de la época del 70.

Son varios los objetivos del estudio. Mi perspectiva se basa en el análisis textual de determinado corpus de canciones pertenecientes a la Nueva Canción Chilena y al Canto Nuevo. Lo primero sería destacar los mecanismos de elaboración poética de la figura del cantor popular en relación con representaciones que proceden del imaginario colectivo, y ver cómo se establecen de manera tácita el estatuto y el rol del cantor en relación con su público. En este sentido, recordar que existen filiaciones estructurales y funcionales con la tradición juglaresca medieval permite aclarar el carácter específico del papel del cantor popular en el área cultural hispana.

Profundizando lo expuesto, enfocar la mirada hacia el carácter personal de la escritura permite rescatar el valor testimonial y subjetivo del canto y las modalidades de inserción del cantor como individuo dentro de la historia colectiva. Autobiográfica o no, fruto de transposiciones poético-literarias o no, la canción popular abre fisuras en la realidad histórica objetiva, por las que se cuelan visiones y anhelos que cobran cuerpo y sentido en la convergencia y en la confrontación con el otro.

Consciente de que la mayoría de los enfoques de estudio proceden de sólidas perspectivas sociológicas, históricas y musicológicas, me atrevo a proponer una aproximación quizás más intuitiva que scientífica al sentido del canto, valiéndome de una formación intelectual literaria “a la francesa”, en la que suele prevalecer el estudio detallista de los objetos culturales.

No pretendo analizar los fenómenos de cristalización genérica en términos de género músical sino en términos textuales de elaboración y consolidación génerica dentro de las representaciones culturales, en momentos históricos en que el cantor como ser social se endereza y reafirma los fundamentos de su quehacer dentro de la sociedad.


Emmanuelle Rimbot. Profesión y cargo actual:

- 2004-2006: profesora de español, Liceo Robert Doisneau, Ile-de-France.

Cargos anteriores:

- 1997-2003: profesora de Letras y Cultura de Hispanoamérica, Universidad Sorbonne Nouvelle-Paris III, Universidad du Maine y Universidad Nancy-II.

Trabajos :

« Mémoire de façades au Chili. A la Victoria, l´histoire s´écrit sur les murs », (Murales de La Victoria), L’Humanité, HD n° 342, 3-10 octobre 1996.

« Rock poblacional chileno : marginalité et discours de la transgression » Les nouveaux réalismes, 2ème série, Autre réel, autre écriture, Revue América, n° 25, Cahiers du CRICCAL, Paris : PSN, 2000.

« Violeta Parra : facettes d’une créatrice », Les Femmes de l’histoire, Maison de l’Amérique Latine, 1998.

« L’écriture de soi dans la Nueva Canción Chilena et du Canto Nuevo au Chili, des années 60 à 80 », Les écritures de soi, ADICORE (Análisis del Discurso : Construcciones y Realidades) Université de Bretagne-Sud, Lorient, noviembre de 2004. Por publicarse.

« Identité et mise en patrimoine: le devenir de la chanson traditionnelle dans les mouvements de chanson populaire urbaine au Chili, 1950-1970 », Identité culturelle dans le monde luso-hipanophone, ROMANIA, Universidad de Nancy. Por publicarse.

« Constructions identitaires et Nouvelle Chanson au Chili, 1964-1973 », Seminario Histoire et théorie des chansons, Universidad de Paris I-Panthéon, febrero de 2005.

Tesis de doctorado en Paris-III : Construcciones identitarias y compromiso político en la Nueva Canción Chilena y Canto Nuevo. Defensa: abril 2006.


Evandro Higa (Brasil)- «A assimilação dos gêneros ‘polca paraguaia’, ‘guarânia’ e ‘chamamé’ no Brasil e suas transformações estruturais»

A “polca paraguaia” e suas principais derivações “guarânia” e “chamamé” são gêneros musicais que representam importantes aspectos da identidade cultural não apenas do próprio Paraguai mas também das regiões norte da Argentina e centro-sul do Estado de Mato Grosso do Sul – Brasil, tendo sido objeto de estudo de nossa dissertação de mestrado defendida em julho de 2005 no Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo sob orientação do Dr. Marcos Branda Lacerda.

A partir de pesquisa de campo realizada em Campo Grande – capital de Mato Grosso do Sul – em janeiro e fevereiro de 2003, procuramos compreender os processos musicais, históricos e culturais que possibilitaram o surgimento desses gêneros, suas estruturas rítmicas, formais e harmônicas, bem como sua inserção no universo da música sertaneja brasileira. No Brasil, a assimilação de suas configurações musicais encontra-se em processo de transformação, sendo que componentes estruturais mais próximos dos modelos originais podem ser ainda detectados no trabalho de músicos e intérpretes paraguaios estabelecidos em Campo Grande, seus descendentes e sul-matogrossenses identificados com o repertório sertanejo tradicional.

Este trabalho está baseado na seção 7 do capítulo 3 de nossa dissertação, que busca a compreensão estrutural das transformações sofridas pelos gêneros no Brasil. Para isso, analisamos trinta canções coletadas entre as mais populares e executadas em Campo Grande, tanto entre os paraguaios e descendentes de paraguaios como entre os músicos e a população em geral. O resultado dessa análise atesta transformações na forma, nos compassos, nos padrões rítmicos e métricos da melodia e nos padrões harmônicos, apontando para o surgimento de um gênero híbrido que o músico brasileiro por vezes chama de “rasqueado”.


Bibliografia

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SZARAN, Luis. Diccionario de la Música en el Paraguay. Asunción: Ed. do autor, 1997, pp.507.
Evandro Higa. Graduado em piano pelo Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro, concluiu mestrado em musicologia pelo Departamento de Música da ECA-USP em julho de 2005. Foi professor substituto de piano no curso de licenciatura em música da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul de julho/2002 a julho/2004 e atualmente é professor da disciplina Música e Ritmo do curso superior de artes cênicas da UNIDERP. É regente de coros e há dezessete anos dirige, juntamente com a cantora Clarice Maciel, o Centro de Arte Viva – escola livre de música, teatro e artes de Campo Grande,MS.

Apresentou trabalhos no II Seminário “Memória, Cultura e Identidade” – Preservação e Memória, realizado em Campo Grande,MS em agosto de 2002 e no V Congresso Latinoamericano da IASPM realizado no Rio de Janeiro em junho de 2004.



Publicou trabalhos na revista “O Guardador de Inutensílios – Cadernos de Cultura”, da Universidade Católica Dom Bosco, ano I, no. 1 – setembro de 1997 (“A experiência musical – um enfoque antropológico”) e no. 5 – maio de 2002 (“A música como elemento identitário: a contribuição cultural paraguaia em Mato Grosso do Sul”); na revista “Série Campo Grande – Personalidades” da FUNCESP/ARCA e Prefeitura Municipal de Campo Grande, ano III- 2001 (“Seitoku Ishikawa – O imigrante de Okinawa em sua trajetória por Campo Grande”); na revista “MS Cultura” da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul no. 9 ano V – 1996 (“Música erudita em Mato Grosso do Sul”); na revista ARCA do Arquivo Histórico de Campo Grande, no. 11 – 2005 (“Alma Guarani integra a identidade campo-grandense”); na coletânea “Ensaios Farpados – arte e cultura no pantanal e no cerrado” – Editora UCDB 2003 e 2a. ed. 2004 (“A música como elemento identitário: a contribuição cultural paraguaia em Mato Grosso do Sul).
Fabio dos Santo (Brasil)- «Pobre Jazz meu: Uma análise musical de “Influências do Jazz»

Grande parte do debate em torno da Bossa Nova na época de seu surgimento enfocou a presença de elementos do Jazz naquela música. O historiador José Ramos Tinhorão, como um dos principais interlocutores dos críticos da nova expressão, seria contundente ao problematizar a aproximação da Bossa Nova e do Jazz. Resumidamente, ele argumenta que a nova concepção musical rompia com as “tradições” ou com as “raízes” da música brasileira. Por outro lado, músicos e entusiastas da Bossa Nova, tal como Brasil Rocha Brito e Júlio Medaglia, procuraram justificar o estilo da produção bossanovista argumentando que ela era “moderna” e que, nascida na tradição popular brasileira, incorporara outras expressões musicais, inclusive o Jazz.

Preocupado com essas questões ligadas a identidade nacional e a luta de classes, o músico Carlos Lyra viria divergir de seus colegas bossanovistas, propondo produzir “canções nacionalistas e engajadas”. Em 1961 ele compõe a canção “Influências do Jazz”. Este sambalanço – nome que adotou para denominar sua música – ironiza por meio da letra que o influxo da música norte-americana no país estaria descaracterizando o Samba. Musicalmente, utiliza-se de progressões harmônicas típicas do Jazz, ao mesmo tempo em que cita melodicamente canções norte-americanas. Entretanto, não abandona o estilo do Samba, na medida em que o adota para o seu arranjo da música. Propõe-se a escuta analítica de dois fonogramas dessa canção, abordando musicalmente aquele debate sobre a influência do Jazz na Bossa Nova.

Discografia

FARNEY, Dick. C.D. Dick Farney: Piano, Orquestra: Gaya. 2003, Universal Music.

LYRA, Carlos. L.P. Carlos Lyra e a Bossa Nova. In “Nova História da Música Popular Brasileira”. 1978, Editora Abril Cultural.
Fabio dos Santos. Iniciou seus estudos de música com sua mãe. Estudou violino com Doris Preucil, Iowa/EUA. Participou de diversos festivais e orquestras como Blue Lake Festival, e Eastern Music Festival, onde foi premiado com uma bolsa. Bacharel em Música, Modalidade Violino estudou com Prof. Dr. Esdras Rodrigues na Unicamp. Neste período participou da organização de Seminários e do primeiro Festival do Instituto de Artes (FEIA). Conduziu sua pesquisa de Iniciação Científica sob orientação do Prof. Dr. José Roberto Zan com bolsa da FAPESP, recebendo um parecer bastante elogioso. Em 2003 participou do V Congresso da “International Association for the Studies of Popular Music”, Rama Latino Americana (IASPM-LA). No mesmo ano, recebeu menção honrosa por sua participação no Congresso Interno de Iniciação Científica. Atualmente cursa o Mestrado em Música, também sob Orientação do Prof. Dr. José Roberto Zan. É membro do Grupo de Pesquisa “Música Popular: História, Produção e Linguagem” coordenados pelos professores José Roberto Zan e Rafael dos Santos.
Fernando Morais da Costa (Brasil)- «Início do cinema sonoro – a relação com a música popular no brasil como na América Latina»

A proximidade entre a música popular e o cinema sonoro brasileiro em seus primeiros anos pode ser tomada como a principal ferramenta para o sucesso do segundo. Exemplos sempre citados são os musicais da Cinédia do decorrer da década de 1930. Entre 1933, com o lançamento de A voz do carnaval e 1936, com Alô alô carnaval, a transposição para as telas das marchinhas de carnaval cantadas pelos ídolos do rádio aproximou o público do cinema nacional, concretizando o sucesso da passagem para o sonoro.

Este trabalho visa lembrar que esse fenômeno não ocorreu de modo isolado no Brasil, existindo de forma análoga, pelo menos, em outros países da América latina e na península ibérica. A ligação com o rádio seria, de várias formas, fundamental na passagem para o sonoro no caso argentino. A proximidade com o bolero não seria menos importante para o cinema sonoro mexicano. Títulos como Cancionero cubano e Siboney não deixam dúvidas quanto à relação entre a música cubana e o início do cinema sonoro na ilha. Em Portugal, um filme como A canção de Lisboa pode ser tomado como o embrião do que mais tarde, na década de 1940, seria rotulado de comédias à portuguesa, filmes nos quais não apenas o fado, mas outras formas musicais lusitanas têm papel importante.

Trata-se de um momento no qual, em vários países, governos centralizadores têm o papel de eleger, dentre a pluralidade musical específica de cada lugar, ritmos que se transformarão em símbolos nacionais. O samba, o tango, o bolero, o fado não deixarão de servir a esse propósito dentro de projetos de nacionalização que perpassa os governos de Vargas, Perón, Cárdenas, Salazar. E o cinema, trazendo esses ritmos para as telas, não estava externo a essa estrutura.



Bibiografia

AUGUSTO, Sérgio. Este mundo é um pandeiro: a chanchada de Getúlio a JK. São Paulo: Companhia das letras, 1989.

PARANAGUÁ, Paulo. Cinema na América Latina – longe de Deus e perto de Hollywood. Porto Alegre: L&PM, 1984.

PINA, Luis de. História do cinema português. Mem Martins: Europa-América, 1986.

PIPER, Rudolf. Filmusical brasileiro e chanchada. Rio de Janeiro: Global, 1977.

SHAW, Lisa. A música popular, a chanchada e a identidade nacional na era de Vargas (1930-1945). In: Estudos de cinema: SOCINE II e III. São Paulo: Annablume, 2000.

TORGAL, Luis Reis de. O cinema sob o olhar de Salazar. Lisboa: Círculo de leitores, 2000.

VIEIRA, João Luiz. A chanchada e o cinema carioca. In: RAMOS, Fernão (org.).História do cinema brasileiro. São Paulo: Círculo do livro, 1987.


Fernando Morais da Costa. Doutorando em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense, em Niterói – RJ onde defenderá neste ano a tese O som no cinema brasileiro – revisão de uma importância indeferida. É mestre em Comunicação pelo mesmo programa.

É professor do Departamento de Cinema da Universidade Estácio de Sá. É ainda técnico de som e editor de som para cinema. Suas pesquisas são periodicamente apresentadas em congressos nacionais de comunicação e de cinema e publicadas em periódicos relevantes em ambas as áreas. Destacam-se entre os congressos a participação regular desde 2001 nos encontros da SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema, a mais representativa entidade da área, da qual é sócio, no XXVI Congresso brasileiro de ciências da comunicação – INTERCOM 2003, no XXIII Simpósio nacional de História da ANPUH, em 2005, e ainda no VI LUSOCOM, congresso internacional de comunicação realizado em Portugal, em 2004.

Entre as publicações, destacam-se artigos na Cinemais, revista de referência nos estudos de cinema brasileiros, na Gragoatá, referência nacional nos estudos de Letras, na Contracampo, também referência nacional no campo da comunicação, além dos livros e atas referentes às participações nos congressos citados.
Francisco Javier Bethencourt Llobet (¿?)- «Aportaciones de la música cubana y de sus músicos al flamenco popular contemporáneo: ¿Reinterpretación de música popular cubana por flamencos o creación?»

Analizando el flamenco contemporáneo - el creado en el siglo XXI – y la redefinición del flamenco como género musical y su puesta en escena en el último tercio del siglo XX, así como sus significados musicales y extra-musicales, concentra una serie de influencias y de músicos que provienen de muy diversos contextos culturales que enriquecen este particular género. El flamenco en la actualidad se estudia en diversos continentes; sus artistas frecuentemente cruzan fronteras virtuales y colaboran con otros músicos asimilando otros timbres, formas y armonías. El flamenco instrumental contemporáneo, así como el llamado “Nuevo Flamenco”, sigue recibiendo de la música Cubana como lo hace del Jazz y la popular music. Habiendo realizado trabajo de campo y recientes entrevistas a músicos que continúan revolucionando el flamenco (como Gerardo Núñez o Enrique Morente), nos centraremos en esta particular relación entre Cuba y España contrastando sus comentarios con discursos recientes de los estudios de popular music y de la música popular latinoamericana.

En esta ponencia propongo analizar la aportación que algunos músicos cubanos están realizando al flamenco, y la influencia que la música popular cubana sigue teniendo en el flamenco contemporáneo. Los intercambios musicales enriquecedores entre Cuba y España se remontan al encuentro de culturas y a pesar de que se hayan realizado estudios previos, centrados en la literatura y los cantes de ida y vuelta, nos parece necesario aportar algo más sobre su música instrumental.

Bibliografía:

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García Canclini, Nestor. ‘Noticias recientes sobre la hibridación’. Actas del V y VI Congreso de la Sociedad de EM. Sabadell: La mà de Guido, 2002. pp.5-24

Linares, María Teresa & Faustino Núñez. 1998. La música entre Cuba y España. (Madrid: SGAE, 1998)

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Pelinski, Ramón. ‘El tango NómadeInvitación a la Etnomusicología/ (Akal: Musicología, 2000)

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Etnomusicología (Akal. Musicología, 2000)

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