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Desenvolvimento psicossexual


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Professor Responsável: Mohamad A. A. Rahim

Quadro sinóptico baseado na bibliografia sugerida em cada aula


DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL




  1. SEXUALIDADE E LIBIDO




  • Libido : é uma fonte original de energia afetiva que mobiliza o organismo na perseguição de seus objetivos







  • Uma fase de desenvolvimento é uma organização da libido em torno de uma zona erógena, dando uma fantasia básica e um tipo de relação de objeto




  • A libido é uma energia voltada para a obtenção de prazer




  • É uma energia sexual no sentido de que toda busca por afeto ou prazer é erótica ou sexual




  • Há uma tendência natural para o desenvolvimento sucessivo das fases




  • Caso surja uma angustia muito forte num dado momento da evolução, como resultado do temor de se ligar a um objeto, cria-se um ponto de fixação







  • O ego se torna mais frágil




  • Se a angústia for muito forte, ocorre a regressão




  • A neurose é definida por Freud como um infantilismo psíquico



2. FASES DE DESENVOLVIMENTO
2.1. Fase oral


  • Ao nascer, o bebê perde a relação simbiótica que possuía com a mãe




  • A criança inicia sua adaptação ao meio




  • Respirar marca o ponto inicial da independência humana




  • A luta inicial é pela manutenção do equilíbrio homeostático




  • Ao nascer, a estrutura inicial mais desenvolvida é a boca




  • É pela boca que o bebê começara a provar e conhecer o mundo




  • A primeira e mais importante descoberta afetiva: o seio




  • O seio é o depositário de seus primeiros amores e ódios




  • Neste momento o bebê ama pela boca e a mãe ama pelo seio




  • A libido está organizada em torno da zona oral e o tipo de relação será a incorporação




  • A criança incorpora o leite e o seio e sente ter a mãe dentro de si




  • Resquícios nos comportamentos adultos: o canibalismo e a comunhão


3. Fase anal


  • No segundo ano de vida, a libido passa da organização oral para a anal







  • É o período em que se inicia o andar, o falar e em que se estabelece o controle dos esfincteres







  • A libido passa a organizar-se sobre a zona erógena anal




  • A fantasia básica será ligada ao valor simbólico das fezes




  • As relações serão estabelecidas em termos de projeção ou controle


3.1. O valor simbólico dos produtos anais


  • Quando a criança ama e sente que é amada pelos mais, cada elemento que a criança produz é sentido como bom e valorizado




  • A criança sente-se livre e estimulada a produzir




  • Caso as relações de angústia predominem sobre as relações de amor, os primeiros produtos infantis passam a ser armas destrutivas que agridem o mundo


4. Fase fálica


  • Por volta dos três anos de idade, a libido passa a se organizar sobre os genitais




  • Desenvolve-se o interesse infantil pelos genitais




  • A masturbação torna-se frequente e normal




  • A preocupação com as diferenças sexuais contaminam até a percepção dos objetos




  • A discriminação entre os sexos se dá pela presença ou ausência do pênis




  • A vagina é ainda desconhecida




  • A erotização dos genitais traz a fantasia de meninos e meninas serem possuidores de um pênis




  • A tarefa básica deste momento consiste em organizar os modelos de relação entre o homem e a mulher




  • Forma-se na criança uma espécie de busca de prazer junto ao sexo oposto







  • Se aprender a amar é uma relação positiva, o amor incestuoso é uma relação proibida




  • O esquema repressor é desencadeado com a entrada do pai em cena




  • O pai coloca-se como um interceptor entre o filho e a mãe




  • O menino mescla sentimentos de amor e ódio pelo pai




  • A criança configura o desejo de eliminar aquele que lhe impede o acesso a mãe – Complexo de Édipo




  • O menino teme ser castrado pelo pai, como punição, e é obrigado a reprimir a atração sentida pela mãe




  • Com esta repressão fica encerrada a etapa fálica infantil, mas o modelo de busca de um amor heterossexual foi estabelecido



5. Período de latência





  • A energia sexual reprimida não pode ser eliminada




  • É canalizada para o desenvolvimento intelectual e social da criança através da sublimação




  • É um período intermediário entre a genitalidade infantil e a adulta




  • Não há nova organização de zona erógena



6. Fase genital



  • Alcançar a fase genital constitui atingir o pleno desenvolvimento do adulto normal




  • Aprendeu a amar, trabalhar e competir




  • Discriminou seu papel sexual




  • Desenvolveu-se intelectual e socialmente




  • É capaz de amar num sentido genital amplo e de definir um vínculo heterossexual significativo e duradouro







  • A procriação é finalidade da vida e os filhos fonte de prazer


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